sebenta de anotações esparsas, pensamentos ociosos, reflexões cadentes, poemas difusos, introspecções de uma filosofia mais ou menos opaca dos meus dias (ou + reminiscências melómanas, translúcidas, intra e extra-sensoriais, erógenas, esquizofrénicas ou obsessivas dos meus dias)
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cahier de notes éparses, pensées oisives, réflexions filantes, poèmes diffus, introspections d'une philosophie plus ou moins opaque de mes journées (ou + de réminiscences mélomanes, translucides, intra-sensorielles et extra-sensorielles, érogènes, schizophrènes ou obsessionnelles de mes journées)

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

a queda

Hoje sei como e porque razões os homens estão condenados à danação do inferno, o que anteriormente não entendia Não compreendia devido à minha inocência idiota e crédula, à minha ingenuidade pacóvia, bacoca, infantil e ao meu esforço de colhão mole, de débil profundo de querer acreditar no homem

O homem, na sua queda, acredita que pode suspender a trajectória alucinada, que é possível escapar ao solo que se aproxima a grande velocidade? Pensa realmente que enquanto não se rebentar todo contra o chão, tudo está bem, tudo é ainda possível? O ponto de não retorno já passou Era lá em cima Mas ele ainda não sabe

(Diário-060807, A.Weytjens)

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