sebenta de anotações esparsas, pensamentos ociosos, reflexões cadentes, poemas difusos, introspecções de uma filosofia mais ou menos opaca dos meus dias (ou + reminiscências melómanas, translúcidas, intra e extra-sensoriais, erógenas, esquizofrénicas ou obsessivas dos meus dias)
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cahier de notes éparses, pensées oisives, réflexions filantes, poèmes diffus, introspections d'une philosophie plus ou moins opaque de mes journées (ou + de réminiscences mélomanes, translucides, intra-sensorielles et extra-sensorielles, érogènes, schizophrènes ou obsessionnelles de mes journées)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Filme de Carlos Saura: "Fados" no Cinema Utopia

Filme de Carlos Saura "Fados" chega finalmente ao Luxemburgo

O filme "Fados", que o realizador espanhol Carlos Saura lançou em 2007, chega finalmente ao Luxemburgo, estreando esta sexta-feira, no Cinema Utopia, na capital.

Contando com a participação de Mariza, Camané, Carlos do Carmo, Argentina Santos, Ana Sofia Varela, Pedro Moutinho (irmão de Camané), integrando igualmente artistas estrangeiros como as cabo-verdianas Cesária Évora e Lura, bem como os brasileiros Caetano Veloso e Chico Buarque de Hollanda, entre outros, o filme "Fados" (93 min.) que o realizador espanhol Carlos Saura lançou em 2007 chega esta sexta-feira ao Luxemburgo.

No filme, o realizador aventa, por exemplo, que o Fado teria surgido no Brasil. Saura sempre se defendeu, afirmando que o filme não se pretendia um documentário sobre as origens e a história do fado mas antes uma reflexão artística muito pessoal sobre este género musical tipicamente luso. A ideia terá surgido de uma conversa entre Carlos Saura e Carlos do Carmo quando discutiam sobre os vários tipos de fados, daí o plural do título.

O filme é uma co-produção luso-brasileira que contou com, entre outros, a produtora "Fado Filmes" de Luís Galvão Teles, produtor e realizador que residiu durante largos anos no Luxemburgo.

"Fados" finaliza uma trilogia que Saura iniciara com dois filmes sobre o Flamenco e o Tango.

José Luís Correia, in Contacto, 14.05.08

1 comentário:

Paulo lobo disse...

estou muito curioso de ver este filme que efectivamente é muito pouco amado nos circulos lisboetas conhecedores do fado.
Acusa-se o Carlos Saura de parcialidade, e de ter fortemente favorecido um 'clube' de amigos em torno da figura do Carlos do Carmo ...