sebenta de anotações esparsas, pensamentos ociosos, reflexões cadentes, poemas difusos, introspecções de uma filosofia mais ou menos opaca dos meus dias (ou + reminiscências melómanas, translúcidas, intra e extra-sensoriais, erógenas, esquizofrénicas ou obsessivas dos meus dias)
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cahier de notes éparses, pensées oisives, réflexions filantes, poèmes diffus, introspections d'une philosophie plus ou moins opaque de mes journées (ou + de réminiscences mélomanes, translucides, intra-sensorielles et extra-sensorielles, érogènes, schizophrènes ou obsessionnelles de mes journées)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O sucessor do Space Shuttle

A NASA apresentou na quarta-feira um sistema de lançamento espacial, que, no futuro, permitirá realizar voos tripulados para Marte.

O novo sistema de lançamento espacial denominado Ares I e Ares V foi concebido para levar o veículo polivalente de carga e tripulação Orion a novos destinos no espaço profundo e apoiar as naves de transporte comercial, que farão voos para a Estação Espacial Internacional (ISS).

O novo sistema de lançamento espacial vai ser o mais potente do género desde que os Estados Unidos construíram o Saturno V, que levou o módulo Eagle e os astronautas da missão Apollo 11 à Lua, e permitirá alcançar lugares por explorar.

O novo sistema deverá usar hidrogénio e oxigénio líquidos como combustível. O voo inaugural está previsto para 2017.

A NASA retirou, em Julho, de circulação os vaivéns Space Shuttle de grande capacidade, com os quais efectuou, durante 30 anos, viagens com carga e tripulação para o espaço e que contribuíram para a construção da ISS. Ao retirá-los, a NASA passou a ter que recorrer às naves russas Soyuz, e passou para empresas privadas o testemunho da construção de vaivéns para viagens na órbita baixa da Terra.

No ano passado, o presidente norte-americano Barack Obama definiu como metas para a agência espacial a viagem a um asteroide em 2025 e a primeira missão tripulada a Marte na década de 2030.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

NASA envia duas sondas em direcção à Lua

A agência espacial dos EUA (NASA) enviou a 10 de Setembro em direcção à Lua duas sondas espaciais na primeira missão destinada a medir a gravidade lunar e determinar a matéria no interior do satélite, até ao seu núcleo.

“Dificilmente podia estar mais feliz”, referiu, citada pela agência noticiosa AP, a cientista Maria Zuber, que lidera o projecto. Após quase três dias de atrasos “tentei permanecer o mais calma possível”, acrescentou.

A NASA lançou duas sondas praticamente idênticas – designadas Grail-A e Grail-B – a bordo de um foguetão Delta II relativamente pequeno, para evitar despesas suplementares em tempos de austeridade.

Prevê-se que a nave espacial demore quatro meses a atingir a Lua, numa longa e difícil viagem se comparada com o rápido trajecto de três dias dos astronautas da Apolo 11, em 1969.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

No Luxemburgo, preços dos apartamentos subiram 5,7 por cento num ano

Entre Abril e Junho, os preços dos apartamentos não pararam de subir e aumentaram cerca de 5,7 % em relação ao mesmo período de 2010.

Este aumento deveu-se sobretudo aos preços dos apartamentos mais antigos, que subiram 3,2 % em todas as regiões do país, enquanto que os preços dos apartamentos novos desceram no último trimestre de 2010 e no primeiro deste ano, para voltar a aumentar 2 % a partir de Abril.

Em consequência, verificou-se um ligeiro recuo nas vendas de apartamentos.

É o que conclui o Observatório da Habitação, no seu relatório de Setembro sobre o mercado imobiliário nacional, no qual analisa não só os preços anunciados na imprensa (pequenos anúncios) bem como os declarados nos registos de conservatória predial.

Em comparação com 2010, os preços dos apartamentos antigos subiram 7,6 % e os dos apartamentos novos "apenas" 2,3 %, o que perfaz um aumento médio de 5,7 %.

Entre Janeiro e Junho deste ano, o número de apartamentos vendidos baixou significativamente em relação ao trimestre anterior. Note-se que nos três últimos meses de 2010 as vendas haviam sido "dopadas" (+46 % em vendas de apartamentos!) pela notícia que o governo luxemburguês poderia vir a suprimir o subsídio conhecido como o "Bëllegen Akt" para a aquisição de casa própria, o que permite a quem compra um bem imobiliário para habitação pela primeira vez usufruir de um crédito de imposto sobre o registo de conservatória predial, que pode chegar aos 20 mil euros, concedido pelo Estado luxemburguês.

Em Dezembro do ano passado, e perante a contestação geral no país, o governo voltou atrás na decisão, o que teve como efeito, desde finais de Março, a normalização do número de vendas dos bens imobiliários para os níveis do segundo trimestre de 2010.

A nível nacional, o preço médio de um estúdio antigo, de 50m2, rondava, no segundo trimestre deste ano, os 179.033 euros, enquanto que um novo custava cerca de 202.060 euros O preço médio de um apartamento antigo, entre 90 e 100m2, custava 362.048 euros e um novo 361.960 euros.

O preço do metro quadrado continua a ser mais caro na cidade do Luxemburgo e comunas circundantes. Na capital, o m2 custa cerca de 4.200 euros para um apartamento antigo, enquanto a média nacional se fica pelos 3.799 euros.

As comunas mais baratas para comprar casa são Wiltz e Pétange. Foi na localidade do Norte que, no segundo trimestre do ano, foram praticados os preços médios mais baratos para apartamentos antigos: 2.893 euros/m2. A localidade do sul regista o preço médio mais baixo para um apartamento novo, 3.683 euros/m2.

No lado oposto da tabela, o preço médio mais elevado foi registado em Lorentzweiler, com 4.833 euros/m2, para um apartamento antigo, e na cidade do Luxemburgo, onde o preço médio mais elevado para um apartamento novo rondava os 5.652 euros/m2 .

Quanto às casas, o preço destas casas aumentou 0,73 % em relação ao início do ano e 4,24 % em relação a Junho do ano passado.

A subida dos preços também se reflectiu nos pequenos anúncios imobiliários: as ofertas de venda de casas baixaram 6,75 % e as dos apartamentos 4,59 %, em relação a Junho do ano passado.

Rendas aumentaram 1,92 % desde Abril

As rendas dos apartamentos essas subiram 1,92 % e as das casas 2,02 %, no segundo trimestre deste ano. Analisados os preços entre Junho de 2010 e Junho deste ano, nota-se ainda mais a diferença: +3,98 % para os preços das rendas das casas e +4,48 % para as dos apartamentos.

As rendas dos estúdios, com +8,8 %, e os dos grandes apartamentos, com +6,4 %, foram as que mais aumentaram entre Junho de 2010 e Junho de 2011. A renda média de um apartamento era de 1.155 euros e de uma casa 2.416 euros.

Ao analisar os pequenos anúncios imobiliários na imprensa, o Observatório da Habitação verificou também que, no segundo trimestre deste ano, havia menos casas e apartamentos a arrendar: -23,7 % nas ofertas para arrendar um apartamento e -22,81 % para as casas. As ofertas que mais baixaram, cerca de 25 %, foram as dos apartamentos com um ou dois quartos, que constituem 74 % do mercado imobiliário neste sector.

Cerca de 45 % dos anúncios de apartamentos a arrendar referem-se a bens na cidade do Luxemburgo. É onde as rendas são mais caras: 3.062 euros para uma casa (+7,97 %, em relação aos primeiros três meses do ano) e 1.272 euros para um apartamento (+,4,61 %).

As rendas na região do centro-norte foi as que mais aumentaram entre Abril e Junho, com uma progressão de +26,7 %, enquanto no centro-sul aumentaram "apenas" 9,78 %, concluiu ainda o Observatório da Habitação.

Foto e texto: JLC
(in CONTACTO, 07.09.2011)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

A shamefull article in "Foreign Policy" about Luxembourg

A shamefull article in "Foreign Policy" about Luxembourg => Very bad journalism!!! Wrong documented, false informations, false conclusions...

http://www.foreignpolicy.com/articles/2011/08/15/the_lap_of_luxembourgery?page=0,1

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Fim-de-semana de repouso em Gerardmer. Longe do mundo.

Lendo Gore Vidal, no bar do Grand Hotel...
..o melhor lugar de toda a cidade

sexta-feira, 22 de julho de 2011

shadow and light


Foto: José Luís Correia
(location: Parque Dräi Eechelen, Kirchberg, Luxembourg)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Os escritores portugueses contemporâneos e a difícil relação com "o enredo" e "a narração"

"(...) No palco de Ernestina ou de La Coca [de J. Rentes de Carvalho], encontramos um enredo, essa entidade que é o lince da Malcata da nossa ficção.

A narração e o enredo são raros em Portugal, porque implicam a colocação das personagens num espaço concreto, num cenário social, cultural e político. Ou seja, um enredo implica um certo retrato da realidade. E esse é precisamenteo problema: a ficção portuguesa tem alergia à realidade portuguesa. É como se os portugueses fossem indignos de aparecer na prosa supina dos nossos oráculos literários. Lemos romances portugueses, mas não vemos lá dentro os portugueses, não sentimos lá dentro o cheiro e o pó do Portugal de hoje ou dos Portugais do passado. Onde estão os frescos sobre a Lisboa dos anos 2000? Onde estão os romances sobre os subúrbios?(...)"

Henrique Raposo
(artigo "J. Rentes de Carvalho, o inesperado biógrafo de Portugal", in revista "LER" n°104, Julho/Agosto de 2011)
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

A política somos nós

Todos somos ou devíamos ter o dever, pelo menos em sociedade, de sermos "animais políticos". Mas seres racionais políticos. Ou seja, não que se entenda por isto de sermos capazes de tudo para encontrarmos um "poleiro" (mais uma alusão animal?), como infelizmente muitos "maus políticos" (será pleonasmo?) nos têm mostrado o exemplo. Não que os animais sejam capazes de tudo por algo parecido. Os animais só são capazes de tudo para sobreviver, como nos ensinou Miguel Torga.

O ser humano deve ser político por natureza, na participação da gestão e do (bom) governo da cidade e do Estado, na acepção original grega da palavra: a "politiké" como arte e ciência "politikós", dos cidadãos, da cidade (polis).

Mas a política vive hoje dias de infâmia e de descrença generalizada. Muitos cidadãos agem como se a política fosse algo que não lhes pertence, a que não pertencem, nem querem pertencer. Como se não quisessem identificar-se com os maus praticantes dessa arte. Como se participar ou não participar, votar ou não votar, desse no mesmo. De quem a culpa?

Em vez de procurar culpados, procuremos soluções. E a solução está em sermos nós próprios actores da mudança. Votando e/ou sendo eleitos.

Voltar a dourar as vestes rasgadas da política, sem dourar a pílula, vai ser difícil. Mas não impossível. Ainda há quem acredite na política. Basta acreditar no ser humano. Porque ainda há lugares, por ventura ignotos e por vezes inóspitos, onde a política até funciona, onde o nepotismo e as politiquices vis não têm a vida fácil. Mesmo se tentam a todo o custo. Estou a falar do Luxemburgo. Na semana passada dois casos vieram à luz do dia que mostram que a política neste país ainda é bem diferente, felizmente, da praticada noutros países.

O deputado independente Aly Jaerling (ex-ADR) foi condenado a um ano de prisão com pena suspensa e ao pagamento de uma multa de mil euros, acusado de ter reclamado reembolsos fraudulentos à Câmara dos Deputados.

O outro caso diz respeito ao ministro da Economia luxemburguês Jeannot Krecké que, dizia-se, andava nos bastidores a preparar a sua "transferência" (a alusão futebolística é intencional) da vida política para um alto posto na Cargolux, contando com o apoio de fundos árabes, com quem negociou a entrada como accionista na empresa luxemburguesa. O que teria sido, no mínimo, conflito de interesses. Dizia-se que até então só a direcção do seu partido o tinha conseguido travar. A notícia caiu na boca do mundo e o ministro foi obrigado a desmentir que pretendia "trocar" de emprego.

Estas duas notícias causaram-me espanto. Estarei demasiado habituado a ver ex-governantes a serem chorudamente beneficiados com cargos nas empresas que amplamente favoreceram enquanto estavam no governo ou a escaparem ilesos à justiça?

Em Portugal é moeda corrente a culpa morrer sempre solteira, os exemplos dariam para encher várias edições do CONTACTO. Mas até em países como a França ou a Alemanha, sempre prontos a darem lições de moralidade, os casos multiplicam-se. Como o caso, que se arrasta há anos em tribunal, em que o ex-presidente francês Jacques Chirac é acusado de desvio de fundos, tráfico de influências e de até ter feito votar pessoas já falecidas quando era presidente da Câmara de Paris. Alguém acredita que o antigo chefe de Estado cumprirá pena?

Muito criticado foi também o posto que o gigante russo do gás, a Gazprom (que agora quer vir instalar-se no Luxemburgo) ofereceu ao antigo chanceler alemão Gerhard Schröder, quando este deixou a política em 2005. Porque foi precisamente Schröder que negociou o traçado do gasoduto da Gazprom, que deverá ligar a Rússia à Alemanha e ao resto da Europa. Negócio chorudo, portanto. E os dividendos arrecadam-se depois, impunemente, gloriosamente.

Um amigo dizia-me que o Luxemburgo não tem política, que não tem discussões acesas no Parlamento, que tudo não passa de uma política de bolso num país de brincar. Retorqui-lhe que discussões animadas no Parlamento as havia, embora ele talvez não as acompanhasse. Mas que se por falta de discussão se queria referir a um bom senso comum dos governantes desde os anos 1960 quanto ao futuro do país, então respondi-lhe que preferia esse consenso à política disparatada portuguesa dos últimos 37 anos.

Felizmente no Luxemburgo (ainda) há governantes que realmente querem e conseguem governar em prol do bem comum. E vai se separando o trigo do joio, os que procuram poleiros deverão ir pregar noutras freguesias. Quem vem de fora pergunta-me sempre qual o segredo da longevidade política de Juncker. É talvez esta uma das respostas possíveis.

E ainda há aqui homens e mulheres corajosos, muitos deles portugueses, cada vez mais cabo-verdianos e de outras origens, que acreditam na política e por isso se empenham, se inscrevem para votar, para participar na sociedade que os acolhe, que ousam candidatar-se e acreditar que podem mudar as coisas.

José Luís Correia
(Editorial do jornal CONTACTO, 06/07/2011)

domingo, 26 de junho de 2011

Himmelserscheinung über Nürnberg vom 14. April 1561

Na manhã de 4 de Abril de 1561, os moradores de Nuremberga (Alemanha) acordaram com estrondos ensurdecedores no céu que depressa identificaram como "a batalha entre duas facções de deuses ou demónios". A batalha durou cerca de 1 hora e era tão explícita que os moradores até conseguiam perceber qual a facção que estava a vencer.

Centenas de habitantes disseram ter visto "bolas azuis, pretas e vermelhas", "discos" e "cruzes vermelhas" a lutar entre si, e alguns "pareciam entrar e sair de imensos cilindros pretos".

O relato veio no jornal da região da época, hoje conservado numa Biblioteca em Zurique (ver imagem).

Uma situação semelhante foi avistada e relatada em 1566 em Basileia. E os exemplos multiplicam-se em toda a história.

sábado, 25 de junho de 2011

Imagens inexplicáveis: Tríptico da Crucificação (1350) e Pintura da Anunciação (1486) de Crivelli


Tríptico da crucifição (retábulo no Kosovo), datado de 1350

Anunciação a Maria com Santo Emídio, pintura de Carlo Crivelli, datado de 1486

terça-feira, 21 de junho de 2011

Descobertas supernovas superbrilhantes

Astrónomos norte-americanos descobriram recentemente um novo tipo de supernovas, dez vezes mais brilhante do que os outros dois tipos, revela a revista científica Nature.

Até agora, os cientistas pensavam que a radiação electromagnética das supernovas se devia à radioactividade emitida por elementos recém-sintetizados, como o níquel, calor da explosão e interação entre os fragmentos da estrela e hidrogénio.

O novo tipo supernova observado revela indícios de hidrogénio e emite luz ultravioleta, luz esta que é responsável pelo seu brilho mais intenso e por brilhar por períodos de tempo mais longos. Sendo mais visíveis que outras supernovas, este novo tipo permitirá aos cientistas investigarem regiões do universo muito mais distantes.

Foto: NASA/ESA

sexta-feira, 17 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vai uma voltinha de vaivém espacial?



Um astronauta da NASA, Justin Wilkinson, publicou no You Tube um vídeo gravado a bordo do vaivém espacial, em órbita geoestacionária, a 330 kms da Terra.

É quase como se lá estivéssemos...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Heróis do mar, nobre povo, nação valente, imortal




I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Ás armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Qual o número mínimo de pessoas que é necessário juntar para encontrar duas que celebrem o aniversário no mesmo dia?

A resposta é ... 23!

A partir do dobro, as probablidades ultrapassam mesmo os 99%.


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O cálculo foi feito pelo matemático teoricista americano de origem húngara, Richard von Mises (1883-1953), com base em equações estatísticas, da teoria dos paradoxos, da teoria das probabilidades e no cálculo "intuitivo".

Von Mises chama-lhe o "paradoxo do aniversário" e trata-se, de facto, de uma verdade matemática "ilógica", ou seja, que contradiz a intuição.

É baseando-se neste paradoxo que os engenheiros informáticos criam códigos criptográficos para evitar ataques de pirataria informática, bem como para os códigos de detecção de erros que asseguram a fiabilidade da memória dos modernos computadores.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mensagem binária alienígena (extraterrestre)

Exploration (of) Humanity Conti(nuous) For Planetary Advan(ce)

(Exploração da Humanidade Continuação para Avanço Planetário)

52° 09' 42.532" N

13° 13' 12.69" W

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As coordenadas correspondem a uma ilha submersa na costa oeste do Reino Unido, conhecida como a ilha do Brasil (Hy Brasil) ou a lendária Ilha de São Brandão.

(Mensagem obtida em Outubro de 2010, a partir de um código binário que o sargento Jim Penniston teria recebido telepaticamente quando tocou em Dezembro de 1980 na fuselagem do OVNI que avistou na floresta de Rendlesham Forest, na região de Suffolk (leste de Inglaterra).


Fonte: "Ancient Aliens" (S2E10), Canal História (Difusão: Dezembro de 2010)

sexta-feira, 25 de março de 2011

JLC meets GMT :-)

O momento em que pude trocar dois dedos de conversa com Gonçalo M. Tavares, no Salão do Livro e das Culturas, no sábado, 19 de Março de 2011

Foto: Paulo Lobo

Da dispersão e da contemplação

A momentos tantos do debate com GMT, este falou da dispersão em que hoje em dia nos deixamos ir, falou da falta de tempo para a contemplação e de sermos "reféns e escravos das urgências".

Sobre isto, fez notar que "reparar" significa também "olhar de forma mais atenta", mas para isso é preciso pararmos, pararmos e olharmos, pararmos duas vezes: "re-parar". Para contemplar, temos que parar.

E, acrescento eu:

Reparar também quer dizer "consertar", consertar algo que está partido ou avariado. Hoje em dia, andamos desmotivados, deprimidos, stressados, exaustos, física e mentalmente, porque não paramos, não nos autorizamos o tempo de parar.

Para nos curarmos das novas doenças dos tempos modernos - stress e afins - é preciso parar. Para nos consertarmos, temos que parar. Para nos auto-consertarmos, repararmo-nos, temos de olhar melhor por nós próprios.

sábado, 5 de março de 2011

A porta das novas oportunidades em Rindschleiden (Wahl)







Esta manhã, os meus passos levaram-me até aqui... um lugar tranquilo e cheio de plenitude.